Posts tagged ‘ECOVILAS’

08/04/2011

Aldeia Arawikay 10 anos

Entrevista com as fundadoras

Ecovilas é uma maneira de viver em grupo que com certeza é uma das soluções que acreditamos e apoiamos aqui no Paginas Verdes.

O movimento e as iniciativas crescem exponencialmente no Brasil – vários grupos se formando e pessoas interessadas.

Então, a gente resolveu fazer uma entrevista com um grupo que já está com a mão na massa no Sul do Brasil.

Confira a entrevista com a Eliana e a Tânia e Inspire-se!

O que inspirou vocês a fundar uma ecovila?

A necessidade de experimentar formas sustentáveis de moradia integral numa vida eco rural. Perceber que iniciativas pequenas, cuja missão e propósito são fortes, geram raízes em potencial e tornam-se na ação e silêncio um banco de sementes natural.

Querer aprofundar ensinamentos, conquistas e estar prontos a desafios cotidianos no mundo espiritual e na experiência humana. Entre inúmeras aprendizagens sincrônicas queríamos dar continuidade a aprendizagem da rica participação na antiga Comunidade de Nazaré, logo chamada de Centro de Vivências Nazaré em SP/área rural entre 1989 e 1999.

O chamado para sermos guardiãs de um canto da Mãe Terra e preservar um corredor natural de espécies de animais selvagens, criando pontes entre florestas próximas e distantes. Uma oportunidade de ser partícipes diretos da preservação da biodiversidade brasileira, principalmente das águas e obter os produtos diretamente da terra.

A vontade de promover um lugar que constrói pontes entre conhecimentos originais e comparados, numa ampla diversidade, sejam eles espirituais, técnicos, artísticos, medicinas, agrícolas, econômicos, etc, entre participantes e diversas iniciativas. Principalmente com as mãos na massa.

Experimentar a liberdade para além do estabelecido, tanto na expressão quanto nas práticas. Viver e promover uma “eco ética” responsável e a recriação cultural.

Uma nova prática de consumo, comércio e trocas de serviços e produtos, a fim de contribuir para as bases do desenvolvimento de uma Economia Solidária no Brasil, através do Fórum permanente e das nossas práticas locais. Implantar o sentido de abundância, bem como o de solidariedade que transcendem idéias sobre riqueza, ressentimentos sociais, oportunidades, etc.

Quais os fatores determinantes para a escolha do local?

A certeza e confiança absoluta no primeiro contato que esse era o lugar.

O potencial e a diversidade da geografia da área integral.

A dimensão ideal da terra, que comporta os cuidados de um pequeno núcleo de moradores.

A inacessibilidade a uma parte do terreno, conservando sua pureza energética, sem interferências.

A existência de construções, permitindo a remodelação das mesmas por nós mesmos e com reaproveitamento de materiais, contribuindo com a nossa economia inicial.

O potencial simbólico de uma roda d’água, referência de um estilo de vida artesanal e memória de tempos antigos, além da possibilidade de futura geração de energia renovável.

A existência de alguns cultivos, plantações frutíferas que proporcionaram um mínimo de sustentabilidade inicial.

Equilíbrio de proximidade entre pequena cidade, diversas áreas em anel rurais e outros centros urbanos não muito distantes.

Ausência de redes eletromagnéticas e iniciativas poluentes por perto.

Perfil de agricultura familiar na região.

A segurança da região, com pouca circulação de carros ou turistas.

A boa energia da família agricultora que habitava o lugar, que nos introduziu em parte na  cultura tradicional de colonos.

Qual é a proposta da Aldeia Arawikay?

a) Ampliar linguagens de crescimento propondo uma diversificação de programas com orientação e aprimoramento do termo eco sustentabilidade em vários setores da vida, tais como: Acolhida Eco rural (Lazer consciente voltada a convivência espontânea no cotidiano); Atividades Rurais; Produção artesanal; eventos diversos ambientalistas educativos e outros.

b) Viver e subsistir  financeiramente no local com sistemas de agricultura e agrofloresta, crescendo juntos em  eventos ecológicos diversos. O sitio não tem financiadores e vive da proposta rural.

c) Praticar formas de Trocas Solidárias e uma nova economia. Há uma parceria com o micro empreendimento “Makaia Brasil” que produz e comercializa o artesanato sustentável em diversos locais e numa loja virtual. MB adquire de Arawikay a matéria prima para seus produtos.

d) Trabalhar em parcerias em diversas locais com líderes de grupo, indivíduos, redes, ongs e instituições que tenham semelhantes propósitos. Podem acontecer dentro da área rural ou urbana numa com uma Agenda Itinerante.

e) Realizar intercâmbios aprofundados no programa “Eco Pontes” onde há um chamado a encontros intensivos entre iniciativas afins com seus líderes ou representantes. Acontecem entre grupos menores e anualmente um encontro ampliado.

f) Crescer gradativamente expandindo um pequeno Anel Ecológico, interagindo com novos vizinhos engajados integralmente ou parcialmente com a proposta após aquisição de terra.

O que fazem no momento?

Desenvolvemos atividades rurais de produção e preservação, como artes, saúde natural, lazer. Visitantes podem escolher seu programa, datas e fazer a proposta de permanência dentro de uma “Agenda Fixa” com quatro modalidades de programas extensos.

Recebemos visitas na área rural de interessados para constituir o Anel Ecológico, orientando potenciais e passos numa estrutura existente. Há poucos terrenos a venda.

Participamos de Feiras Sustentáveis regionais e estaduais e levamos nossos produtos para a área urbana (produtos de artesanato e do campo). Participamos da Rede Ecovida de agricultura familiar onde estamos inseridos e onde recebemos o selo de certificação agroecológica. Acompanhamos processos nacionais de certificação.

Começamos a implantar em 2011 gradativamente o projeto de manejo agroflorestal e agroecológico ampliando cultivos para próprio consumo, comercialização, trocas e educação. Entre eles 70 espécies de árvores nativas frutíferas e diversificando outras exóticas nos pomares; produção de cogumelos shiitake em toras, apiários de abelhas nativas, reflorestamento de árvores nativas para obtenção de sementes e mudas ( para comercialização e educação).

Agimos dentro de redes e iniciativas como: Rede Ecovida de agricultura, Fórum de Economia Solidária, Rede de Ecovilas Brasileira, Rede de Oração e de Cura Planetária. Somos vinculados (um membro) a Associação Catarinense de Plantas Medicinais. Participamos de Redes de Danças da Paz e Circulares.

Realizamos estudos diversos em técnicas sustentáveis, nos aprimorando para implantá-las nas épocas adequadas.

Tecemos a estrutura de Arawikay com caminhos acessíveis em novos sistemas que permitam ingressos econômicos básicos ou complementares para os que virem residir ou para somarem-se conosco em diversas parcerias.

Escrevemos sobre a experiência desde a chegada (ano 2000), aguardando a possibilidade de edita-las em dois livros orientadores, assim como procurando também recursos e formas de publicá-los.

Procuramos apoios/ parcerias com pessoas ou instituições para preservação do habitat e interessados na compra de nossos produtos do campo e artesanatos. Também oferecemos apoios e parcerias.

Como funciona a moradia e participação?

A estrutura possui quatro anéis:

1-“Anel Apis” – Participação de visitantes

Acolhemos visitantes com diversas buscas dentro do “Campus Arawikay” de forma temporária, segundo escolha de programas e dentro de costumes de ecovilas/comunidades, permitindo no período de permanência uma aprendizagem integral. Os mesmos contribuem com seus custos e apoio.

Moradia:

Somos atualmente duas pessoas residentes co- criadoras do sistema morando e convivendo com os eco praticantes de períodos temporários e demais visitantes num cotidiano rural. Apoiados energeticamente por um grupo de “Guardiões de Arawikay”  que não moram no local, crescemos gradativamente como sistema e estrutura.

Para futuros moradores existem:

2- “Anel das Árvores” – Destinado a implantação de novas residências através de compra de terra com escritura pública definitiva para cada comprador ou nas proximidades e como participantes do Anel Apis de forma integral ou parcial.

E necessário cadastrar-se e responder a um questionário se houver interesse de compra (são poucos os terrenos). Recebemos interessados para moradia através de participar de nossos programas ou dentro de uma visita específica para isto.

3- “Anel das Águas”- (acampamento com ritmo diferenciado de no mínimo 8 dias). É necessário entrar em contato para obter mais informações.

4- “Anel dos Pássaros”- (parcerias profissionais em outros projetos urbanos ou no próprio local rura,l independente de moradia, partindo do estudo de viabilidade de cada propostal.

Informações ampliadas em www.ecoaldeia.org/anel.

Veja outras formas de participação direta ou indireta em nosso site.

O que espera de Arawikay em cinco ou dez anos?

a) Que constitua seu pequeno anel ecológico com sustentação e dinâmicas de referência social, na forma de ocupação da terra e envolvimento. Mantermo-nos sempre com abertura para mudanças.

b) Colheita e diversificação de cultivos orgânicos para sustentabilidade local, trocas e comercialização, sendo também uma escola natural rural.

c) Estruturas remodeladas e multifuncionais com energias alternativas renováveis (principalmente estrutura da roda d ‘água). Construções que sejam simples e modelos ecológicos acessíveis. Acesso a tecnologias de comunicação da época.

d) A constituição de uma pequena RPPN (reserva particular de patrimônio natural) e/ou Escola de Práticas de estilos de vida rurais em um desmembramento da área que promova iniciativas de diversos enfoques científicos e comparados, ambientalistas, técnicos, espirituais, de crescimento humano.

Propostas de instituir algo afim,  com criatividade e inovação de modo a ampliar potenciais.

e) Manter um ponto de luz, conexão e ação de grupo próximo orientado para um equilíbrio entre ações locais e externas, numa abrangência brasileira e com estrangeiros, que nos surpreenda a cada vez pelo bom uso da nossa liberdade.

f) Ter um rico acervo de registros sobre a experiência dos ciclos de Arawikay e sobre a sua interação com  iniciativas, pessoas e seu universo sutil, através de entrevistas ou outros meios, como também encontrar patrocinadores para a publicação de livros.

g) Receber e dar apoio em diversos setores da sociedade mantendo o espírito de serviço.

Quanto aos costumes:

Praticamos no local:

  • Alimentação natural, ovo lacto vegetariana, com opção para veganos.
  • Estados de atenção plena.
  • Evita-se a ingestão de produtos e drogas que alterem a consciência ou estado físico.
  • Incentivamos o respeito e carinho aos animais e os cuidados ecológicos com o meio ambiente.
  • Ritmo cotidiano flexível adaptado aos programas, indivíduos e grupos.
  • Equilíbrio entre comunicação verbal e silêncio; espaços privados e comuns; tarefas dinâmicas e introspectivas; individualidade e vida grupal.
  • Sistema de guardiões de espaços e tarefas.

Dedicam-se até 45 minutos diários de forma individual para atender a boa energia, beleza, organização, limpeza e inovação de espaços ou atividades para o bem comum.

  • A preservação da energia vital.

Incentivamos a mudar de rotina e se retirar para a experiência, evitando eletromagnetismo e o uso de aparelhos elétricos, celulares e computadores (somente quando muito necessário).

  • Sistemas de trocas com Arawikay.

Dentro de sistemas da economia solidária algumas possíveis formas de trocas podem ser sugeridas como parte da contribuição pela estadia e experiência. OBS: com prévio acordo antes da permanência.

+ Aldeia Arawikay

+ Ecovilas e afins postados aqui

16/08/2010

Curso em Aquecimento Solar de Baixo Custo

 PROJETO FORMAÇÃO DE 500 ALUNOS NUM PRAZO DE 04 MESES.

 CURSO ASBC – 
Diurno: Introdução aos Conceitos, Manufatura e Instalação  do ASBC –
 Aquecedor Solar de Baixo Custo.

 Duração do curso é de 08h0 horas, no decorrer de um dia. A Sociedade  do Sol
 oferece os materiais para a montagem dos coletores.
 O custo do curso é propositalmente baixo para que muito mais interessados
possam aprofundar-se nesta tecnologia solar.
 O preço sugerido para esta promoção poderá eventualmente ser alterado.

 LOCAL DO CURSO: na sede da ONG Sociedade do Sol: Cietec / Ipen – USP. 
Av. Prof. Lineu Prestes 2.242, Cid. Universitária – São Paulo – SP. 
Mais informações sobre a localização da Sociedade do Sol, como chegar  e
 sugestões de pousadas, veja no site em “fale conosco” 
http://www.sociedadedosol.org.br/faleconosco.htm

 PRÓXIMAS TURMAS:
 Datas: 23/08/2010( Segunda-feira)
 Horário: das 09:00 às 18.30 hs.
 Valor: R$ 80,00 p/aluno.

 OBSERVAÇÕES: 
DADO ÀS ESPECIAIS CARACTERÍSTICAS DESTA MODALIDADE DE CURSO, ALGUMAS
 VARIÁVEIS DEVERÃO SER ATENDIDAS:

 MANUAL DO ASBC: 
Está disponível gratuitamente para download no site, na página dos “manuais”
 em: 
http://www.sociedadedosol.org.br/comofazer_manuais.htm .

 IMPORTANTE: É desejável que o aluno imprima seu manual, faça uma  leitura e
 traga-o para o curs o.

 PAGAMENTO: Será realizado no momento da chegada ao espaço da
 aula, diretamente à Secretaria do Curso, em espécie. Favor facilitar o
 troco.
 Com esta alteração, o aluno não precisará apresentar-se antecipadamente ao
 banco, nem enviar comprovantes de pagamento, simplificando enormemente a
 operação financeira.

 TAMANHO DA TURMA:
 Mínimo: 18 participantes
 Máximo: 22 participantes.

 CONFIRMAÇÃO DA REALIZAÇÃO DO CURSO: Por favor, confirme com Analice, nossa
 secretária, a realização três dias antes do mesmo.

 MAIS INFORMAÇÕES:
 Falar com a secretária da Sociedade do Sol, Analice O. Pinho
 Telefone: (11) 3039-8317 DE SEGUNDA A QUINTA DAS 8 AS 17H
 E-mail: secretaria@sociedadedosol.org.br

 SOCIEDADE DO SOL (Sosol)
 São Paulo – SP – Cidade Universitária / Ipen / Cietec
  Fone: (11) 3039-8317 Site: www.sociedadedosol.org.br

 Para mais informações, entre em contato com a secretaria da Sosol.

02/08/2010

Curso em PLANEJAMENTO DE ECOVILAS

No IPEMA em Ubatuba/SP

3 A 7/SETEMBRO/2010

VALOR DO CURSO:

Estudante: R$ 415,00 a vista / 2 X de R$ 220,00

Profissional: R$ 450,00 a vista / 2 X de R$ 245,00

Palestrante:
Marcelo Bueno: Fundador do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (IPEMA), Ubatuba/SP, Membro do Ecovillage Network of the Americas (ENA), Membro da Rede de Ecovilas do Brasil, Bio-arquiteto, trabalha com projetos de construções ecológicas e sistemas de reciclagem e re-uso de águas servidas. Trabalha atualmente com desenvolvimento de projetos de residências sustentáveis.

OBJETIVO: Capacitar pessoas a planejarem assentamentos sustentáveis e praticarem por 5 dias como membros de uma Ecovila.

PROGRAMAÇÃO:
• Definição do que é uma ecovila.
• Princípios – Exemplos no Brasil e no Mundo.
• Rede de Ecovilas (Ecovillage Network of the Americas).
• Mapa de informações do local.
• Estrutura e Design de uma ecovila.
• Construções ecológicas.
• Energias renováveis.
• Produção de alimentos orgânicos.
• Auto-suficiência e re-uso da água.
• Mapa de visões.
• Introdução sobre técnicas de consenso.
• Estatutos e legalização.

Acesse o blog ipemablog.wordpress.com para mais informações.

15/07/2010

Visitando a Ecovila Clareando por um dia…

Se vocês estiverem buscando um lugar como a Ecovila Clareando (Piracaia) e tiverem interesse em conhecer de perto a nossa proposta, venham ao nosso encontro no dia 24 (sábado) ou 25 (domingo) de JULHO de 2010.
O convite é para um piquenique no horário das 10 hs. até as 17hs.. Pedimos para não esquecerem de levar uma refeição
salgada, além de sucos, frutas para si e para ser partilhado com os demais (vide sugestões abaixo).
Quem for pela primeira vez, é importante que conheçam a nossa proposta,
acessando o nosso site – www.clareando.com.br – e imprimam o mapa para chegar no local.

Um abraço a todos,

Sandra e Hiroshi

ATENÇÃO: AVISOS IMPORTANTES

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12/07/2010

Curso de Fundamentação para Projetos em Agricultura Sustentável

Diálogos entre Agroecologia e Antropologia no IPE/ SP

20 a 22 de agosto de 2010

Este curso tem por objetivo oferecer alguns fundamentos da agroecologia e da antropologia como suporte para a execução de projetos em agricultura sustentável. A agroecologia, como proposta de aproximação entre as práticas agrícolas e os princípios ecológicos, busca as possíveis articulações entre saberes e técnicas científicas e saberes e técnicas das comunidades rurais. Nesse sentido, a viabilidade dos projetos em agroecologia está condicionada à compreensão da realidade sócio-cultural dessas comunidades por parte dos cientistas e técnicos. A antropologia pode contribuir para esta compreensão ao oferecer instrumentos e métodos que explicam as diferentes culturas de uma perspectiva sistêmica e dinâmica. Assim, um diálogo entre agroecologia e antropologia pode fortalecer as propostas de agricultura sustentável em seu sentido mais amplo, ao envolver e relacionar diretrizes agronômicas, ecológicas, sócio-econômicas e culturais.

PÚBLICO ALVO

Pesquisadores, engenheiros e técnicos envolvidos profissionalmente com a agricultura sustentável; estudantes das áreas de ciências sociais, agronômicas e florestais; profissionais atuantes em organizações não governamentais e demais interessados no tema.

CONTEÚDO

1. Introdução.
• A problemática entre modernização, agricultura e diversidade cultural.

2. Caminhos para a sustentabilidade: a agroecologia.
• Estilos de agricultura sustentável e as peculiaridades da agroecologia;
• Diferentes concepções de agroecologia: o pensamento de Stephen Gliessman, Miguel Altieri e Eduardo Sevilla Guzmàn;
• A busca por uma agroecologia plena: entre os princípios ecológicos e a diversidade sócio-cultural.

3. Caminhos para a diversidade: a antropologia.
• A antropologia como compreensão da condição humana;
• As principais tendências teóricas: evolucionismo, funcionalismo, estruturalismo e o debate contemporâneo sobre naturezas e culturas;
• A contribuição da antropologia para a compreensão das comunidades rurais brasileiras.

4. Diversidade e sustentabilidade para a construção de uma agroecologia plena: os caminhos possíveis.
• O desafio para a especialização científica: compreender a complexidade das comunidades rurais;
• O encontro entre os diferentes: cientistas e comunidades rurais;
• Articulação entre conhecimentos: o agroecólogo como aprendiz;
• O sítio como unidade de análise: espaços masculinos e espaços femininos;
• A elaboração de tecnologias adequadas às diferentes realidades culturais;
• Da inclusão à reconstrução de relações com o mercado: o fortalecimento endógeno.

INSTRUTORES

Laura De Biase

Engenheira Florestal formada pela USP-ESALQ e Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (PPGI-EA) da ESALQ/CENA (conclusão em abril de 2010). Tem experiência de extensão acadêmica em assentamentos rurais nas regiões de Itapeva, Andradina e Pontal do Paranapanema. Atuou na construção participativa de viveiros florestais na região do Vale do Ribeira e de Piracicaba em projetos realizados pela ESALQ. Realizou assessoria para elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável nas Terras Indígenas de Oiapoque/AP, através do IMAZON e TNC do Brasil. Realizou assessoria e pesquisa acadêmica em projeto de desenvolvimento agroflorestal junto a comunidades rurais da região do Vale do Ribeira (Cajati, Cananéia, Sete Barras e Barra do Turvo), através da PROTER. Além disso, realizou consultoria no Projeto de Criação de Wetlands (Rio Doce Manganês – Vale) para a Bureau de Projetos e Consultoria Ltda. Atualmente desenvolve pesquisa sobre agroecologia, campesinidade e relações de gênero.

Roberto Donato da Silva Júnior

Cientista Social e Mestre em Sociologia (UNESP-FCLAr), Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade do NEPAM/IFCH/UNICAMP. Tem experiência em projetos sócio-ambientais junto às populações indígenas na Região de Ji-Paraná/RO, através do IAMÁ. Possui dez anos de experiência como professor do ensino fundamental, médio e curso pré-vestibular na disciplina de história e quatro anos de experiência como professor universitário nas disciplinas de sociologia, antropologia e filosofia. Organizou e proferiu o curso de Introdução às Humanidades, ministrado através do grupo Engenho da Mente em escolas e instituições de ensino superior nos municípios de Piracicaba, Americana e Ribeirão Preto, incluindo a elaboração de material didático. Já desenvolveu pesquisa sobre etnoconservação e a relação entre ONG’s e populações ribeirinhas na Amazônia. Atualmente realiza Estágio de Docência na FCA/UNICAMP e desenvolve pesquisa sobre as possibilidades de intersecção entre ecologia, sociologia e antropologia nas propostas de sustentabilidade.

INVESTIMENTO

À vista: R$ 605,00
Parcelado: R$ 640,00 (primeira parcela R$ 235,00 + 3x R$ 135,00)

**O valor do curso inclui 3 dias de hospedagem, refeições diárias, traslado em horário pré-determinado no percurso Aeroporto de Guarulhos – IPÊ – Guarulhos e Rodoviária de Atibaia – IPÊ – Rodoviária de Atibaia, material didático e certificado de participação. O IPÊ não cobre despesas de viagem.

FAÇA A SUA INSCRIÇÃO

Informações: 55 (11) 4597-1327 / 9981-2601

10/07/2010

Inspirações para um Mundo Melhor da Conferencia da Rede Global de Ecovilas

Gente do Bem, tanta coisa pra dizer e partilhar de inspirações que foram apresentadas na Conferencia da Rede Global de Ecovilas.

Teremos e queremos dar um relatorio final de pontos que foram apresentados – mas enquanto isso nao acontece: aqui alguns pontos pra te demonstrar que o mundo melhor jah estah acontecendo…

“Vem vamos embora, que esperar nao eh saber, quem sabe faz a hora, nao espera acontecer…” Jah cantava o Geraldo Vandre

Em Senegal/ 2008, foi criado pelo Presidente Wade um Ministerio Ecovilas! Crê??? Pois eh, eles estao trabalhando a nivel governamental na questão de desenvolvimento sustentavel nas comunidades pre-existentes com a intencao de manter uma identidade cultural, bem como a sustentabilidade. Adama Ly partilhou a visao estrategica, a implementacao e as atividades que acontecem nas seis areas pre-pesquisadas e definidas para o desenvolvimento.

Da India, John apresenta o trabalho dele com mais de 14 mil vilarejos – onde em conjunto hah todo o trabalho no âmbito social, economico e cultural.

Vinda de  Congo, Lua apresenta o trabalho na região, a questão dos direitos da Mulher e a transformacao de tribos em vilas em ecovilas.

Quer saber mais? Volte aqui daqui a alguns dias, e se quiser, coloque as suas questões nos comentários. Isso irah nos ajudar a que ponto focar, o que vc quer saber do Encontro??

ps. nos perdoem e entendam a falta de acentos em algumas palavras, estamos temporariamente em computadores de gringos.

07/07/2010

Encontro da Rede Global de Ecovilas 2010 – Global Ecovillage Network Conference 2010

Apos os dois dias de processo de Assembléia Geral do GEN Europa, com todas aquelas etapas de quebra gelo, interações participativas para a reflexão de organização (daqui pra onde? O que realmente queremos que seja a organização? ), atualização de parte financeira, apresentação de novos membros, votação e todas aquelas coisas burocráticas, chatas mas necessárias; o GEN Europa re-elegeu a diretoria, apresentou um saldo positivo de dar inveja (branca!) e mostra que é uma organização que se re-inventou apos o susto levado há uns anos atrás, quando a sua principal fonte financiadora caiu junto com a quebra das bolsas.

A Assembléia termina em um tom super positivo falando-se do crescimento do movimento. Na Alemanha, o governo pede ao GEN se tem respostas e alternativas para a crise. Na Estônia, um parlamentar faz parte de uma iniciativa. Na Índia, tem John que está trabalhando em cima da transição de quase 4000 vilarejos em ecovilas. Quer mais? Em Senegal, foi criado um Ministério de Ecovilas onde Adama Ly faz parte da Agencia que é responsável em transformar 14 mil vilarejos em ecovilas!!!

Mas o que é GEN?

GEN = Global Ecovillages Network, ou seja; a Rede Global de Ecovilas. Uma rede de comunidades sustentáveis e iniciativas que conecta diferentes culturas, países e continentes.

GEN serve como uma organização que abrange ecovilas,  iniciativas de transição da cidade, comunidades intencionais, e os indivíduos de mentalidade ecologicamente todo o mundo.

A conferencia é itinerária e, neste ano; acontece na Itália – mais exatamente na Federação de Damanhur.

Interessante notar a chegada das centenas de pessoas para a conferencia – todos falam em Inglês. Mas quando perguntamos de onde chegam; as respostas variam: Estônia, Turquia, Canadá, Suécia, Áustria, Alemanha, Estônia, Senegal, Índia, Inglaterra, Ucrânia, Polônia, Holanda, Portugal, Estados Unidos, México, Argentina, Latvia, Eslovênia e assim vai em nomes ….. ah! E é claro, Brasil!

Vamos dar cobertura TOTAL nesta Conferencia, pois acreditamos ser um evento de ponta, no que diz respeito ao movimento de Ecovilas no mundo.

E o que é uma Ecovila?

Se o nome ou tópico é novo para você, de uma olhada AQUI nos vários posts.

Quer saber mais sobre o GEN? http://gen.ecovillage.org/

06/07/2010

More of Damanhur Ecovillage

When I came to Damanhur, I thought I was coming to visit one community.

In fact, there are 20 communities or more. They are small nucleus, each one with your own characteristic, rules and style.

May be the only one thing in common is the main rule in Damanhur: NO SMOKING, even outdoors.

There are several altars, mandalas, garden for other realms…and some rules such as don’t touch here, don’t enter there, this day and time is only for citizens and so on.

When I say citizen, I am adapting myself to Damanhur way of life.

They have several status of residents.

Yeap! It is not easy to get in here – there are stages such as visitors, temporary experience, one year, resident and after some rituals and initiations the person might receive or present itself with a new name which should be an animal or/and a plant.

NOTE that: this is a very simplistic way to see of someone that is here just for the second day – I believe that is a process involving much more inner work, magic, Alchemy and community processes.

Today I am satisfied to hear that every week, there is an evening which Falco, the inspiration* for Damanhur comes to an open session of questions and answers with all residents.

*he doesn’t like people saying he is the guru or leader – he suggests that everyone needs to find the Inner Master, the Inner Guide, the Inner Guru.

There are more photos on our facebook – and we will keep adding to it….

02/07/2010

Damanhur Ecovillage

First Day, First Impressions

It seems a bit surrealistic feel the heat boiling my body while in between the curves of the road reveals here and there amazing views of the mountains with some tops still with snow.

There is an unspoken expectation of places that presents themselves to be more spiritual: kindness, friendly services, compassion, accessibility on alternative ways to deal with material matters, etc… At least a smile.

Well, the arrival……

It started at the road when a Damanhur’s resident car stopped carelessly in one the blind spots of the curves, then on the entrance someone came out of the Welcome Center shouting…. So, I decide to take a nice deep breath and in my search of seeing things beyond, my eyes came across to some plants dying in a sunny balcony – with no second thoughts; I promptly start to water the plants until someone tells me: NO NO NO, water only in the afternoon!!!

Hmmm…. Deep inside I work through my critical mind questioning what sort of ecovillage is this one that says to develop music with plants, new generation tools and healing techniques healing, temples of Humanity, etc and etc and the plants at the entrance are almost dead!

A quotation says that we never should trust a doctor whose has dead plants!

Anyway, it must have several reasons why Damanhur has been well succeed its more than 35 years and I am here to have a feeling of it. I must be open, not judge from appearances, respect, accept and allow the flow of my experience.

Trust the process.

Give entirely to the experience.

Open heart. Open mind. Open channels.

It is siesta time is up and I am a sort of person that respect local culture.

So, from 12:30 till 3:30pm I must relax, enjoy a complete meal and then a rest.

23/06/2010

FORMAÇÃO DE ECOVILAS

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