A paz, paz interna

Muitas vezes é preciso ter tempo para analisar os fatos, a realidade, as conseqüências da escolha, para depois decidir. Mahatma Gandhi disse: “Temos de ser a transformação que queremos no mundo”. Isto, por uma simples razão: os argumentos vão direto aos sentimentos humanos que devem ser respeitados para que muitos livrem-se desse mal que tantos prejuízos causa: a mágoa.
A Paz do coração não é uma resignação emocional, mas uma abertura que vai de encontro ao mundo em constante mudança com compaixão. Com serenidade podemos cuidar de todas as coisas sem tentar controlá-las. O amor e a compaixão se apresentam como um serviço abnegado. Mas no amor, de fato, não servimos os outros, mas a nós mesmos. A comunhão do amor nos une em um todo.

A compaixão não vê a dor e o pesar do mundo como se fossem de outro; ela é compartilhada, é nossa. Quando admitimos que compartilhamos nossa humanidade, nossa vulnerabilidade, o amor e a compaixão são tão naturais quanto a nossa respiração e, sem hesitação, passamos a ajudar. É esse coração sensível que tem o poder de transformar o mundo.”

Tarthang Tulku
Lean Akba

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