Posts tagged ‘mercado de carbono’

24/01/2011

Curso de Mercado de Carbono – Fevereiro 2011

O mercado de carbono tornou-se oficial com a entrada em vigor do Protocolo de Quioto em 2005.
Atualmente o Brasil é um dos três maiores ofertantes de créditos de carbono.
Incertezas sobre o futuro do mercado pós-2012 exigem novas estratégias das empresas.

ONDE? no IPE (Instituto de Pesquisas Ecologicas) – Nazare Paulista/ SP

QUANDO? 04 a 06 de fevereiro de 2011

QUANTO?

À vista:

EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS R$ 1.020,00 /

ESTUDANTES, INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E ONGs R$ 765,00.

* O valor de curso inclui:

  • 3 dias de hospedagem,
  • refeições diárias,
  • traslado em horário pré-determinado (Aeroporto de Guarulhos – IPÊ e Rodoviária de Atibaia – IPÊ),
  • material didático e certificado de participação.


11/07/2010

Workshop em Mercado de Carbono

29/11/2009

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MERCADO DE CARBONO – SP

São Paulo dias 15, 16, 29 e 30 de Janeiro de 2010 (aos sábados)

O Curso de Especialização em Mercado de Carbono é eminentemente técnico com uma visão estratégica e orientação prática, voltado para a capacitação de profissionais na tomada de decisão em questões ambientais e na condução de trabalhos envolvendo o segmento de carbono.
Sua concepção é única na temática, no tratamento dos temas e na capacitação em atender as expectativas do setor quanto a formação de gestores e consultores.
O curso é composto de aulas teóricas, trabalhos práticos e visitas técnicas, sendo ministrado em ao Paulo no campus da FIT – Faculdade Impacta de Tecnologia. Rua Luis Coelho 223, 8º andar – próximo a Av. Paulista.
Com 32 horas-aula distribuídas ao longo de quatro sábados, o curso aborda a realidade de um dos mercados mais dinâmicos da atualidade e em fase de expansão continuada, tanto no Brasil quanto no mundo.

Objetivos

- Atender à demanda existente para essa capacitação, tanto no nível de gestores já atuantes no mercado, quanto na formação de gestores com conhecimento adequado do assunto;
- Oferecer a oportunidade para a continuação de estudos em aperfeiçoamento e capacitação profissional;
- Criar uma nova área de especialização e aperfeiçoamento na formação de profissionais;
- Permitir uma linguagem de interdisciplinaridade entre áreas afins do mercado de trabalho.

Público Alvo

- Executivos de Empresas e Profissionais que necessitem de especialização na área ambiental e em especial em Mercado de Carbono;
- Funcionários de Organizações Governamentais e Não Governamentais que atuem no setor ambiental;
- Profissionais de nível superior que procurem recolocação no mercado de trabalho, no setor ambiental.

Conteúdo Programático

A programação será composta de 32 horas-aula de teoria e prática, a saber:

1º dia: Entendendo o Porque do Mercado de Carbono

- O Protocolo de Quioto;
- O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL);
- Oportunidades de Mitigação;
- MDL e Aterros Sanitários
- O MDL e a Indústria de Cimento;
- A Teoria e a Prática;
- Custos de um Projeto.

2º dia: Inventário de Emissões e Sumidouros de GEE (Gases de Efeito Estufa), Identificação de Oportunidades de Redução e Início da Estruturação de um Projeto de Redução de GEE.

- Caracterização de um inventário e sua importância;
- Resultados de um inventário e identificação de oportunidades de redução;
- Estrutura geral de um DCP (Documento de Concepção de Projeto);
- Caracterização de adicionalidade;
- Ferramenta de adicionalidade (por barreiras ou econômica);
- Como estudar e apresentar a adicionalidade de um projeto;
- Capítulo do DCP que aborda adicionalidade com exemplos;
- Exercícios com estudos de caso;

3º dia: Entendendo a Linha de base de um projeto

- Exemplos de metodologias de linha de base, aplicabilidades e listagem das existentes;
- Como e quando propor uma nova metodologia;
- Determinação do cenário de linha de base de um projeto;
- Justificativas do cenário de linha de base;
- Capítulo do DCP que aborda linha de base com exemplos;
- Exercícios.

4º dia: Entendendo o Plano de Monitoramento

- Determinação do plano de monitoramento de um projeto; – Procedimentos de garantia e controle da qualidade da informação; – Capítulo do DCP que aborda plano de monitoramento com exemplos; – Exercícios; – Relatórios de monitoramento; – Auditoria de verificação.
- O Mercado de Carbono e o Mercado Voluntário;
- Projetos MDL no Mundo;
- O Brasil e o MDL;
- A Negociação dos Créditos;
- Perspectivas para o Mercado de Carbono;
- Informações Úteis.

Instrutores

Stefan David – MBA em Gestão Ambiental – Proenco; CEAG – FGV Profissional com larga experiência na comercialização e na condução de mais de 40 projetos de MDL no Brasil;
Juliana Scalon – Gerente da MGM Internacional, com 7 anos de experiência em Projetos de MDL, tendo atuado por 5 anos no Grupo Suez como Engenheira de Meio Ambiente em Projetos de Aterros Industriais e Sanitários e Desenvolvimento de Projetos de MDL.

Inscrições

 

LIGUE GRÁTIS E SAIBA MAIS 0800 282 0704
Informações e inscrições:
Internet: www.proencobrasil.com.br
E-mail: proenco@proencobrasil.com.br
Tel: 0800 282 0704 – Rosana/Luís
Fax: (21) 2221-0733
24/10/2009

Brasil: alvo de investimentos verdes

O jornal Valor Econômico publicou uma reportagem a respeito dos investimentos verdes das empresas francesas no Brasil.

Leia materia na integra por Cláudia Schüffner – em verdito pontos que achamos mais interessante…

Ambiente: Financiamentos visam mercado de crédito de carbono e geração elétrica a partir de fontes renováveis
Brasil é alvo de projetos “verdes” franceses

A corrida europeia para reduzir as emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa já tem efeito sobre investimentos franceses no Brasil. Na França, o país é visto como um alvo importante para projetos de geração elétrica a partir de fontes renováveis e a própria geração nuclear é parte das ambições de gigantes como a GDF Suez, que aceita até participação minoritária em projetos, caso o governo brasileiro mude a legislação que proíbe a presença estrangeira no setor.
Exemplo desse boom em torno da energia limpa é o mercado de créditos de carbono, que movimentou US$ 33 bilhões em 2008 e que já está presente no Brasil. O mercado é administrado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a quem cabe conceder os créditos para projetos de energias limpas que reduzam as emissões. Depois de concedidos, os créditos podem ser comprados por empresas dos países desenvolvidos que não conseguem cumprir as metas europeias de redução das emissões, a exemplo das cimenteiras.
A Natixis Environnement & Infrastructures (Natixis E&I), empresa que administra o Fundo Europeu de Carbono (FEC), com € 142 milhões de 14 instituições financeiras europeias de primeira linha, procura projetos de desenvolvimento sustentável para financiar no Brasil. Até agora o FEC comprou 5,3 milhões de toneladas de carbono de vários projetos no Brasil e procura outros, como explica a administradora-sênior de investimentos, Cristel Guillain.
No Brasil, a Natixis negocia com a Sadia o financiamento de um investimento da empresa para transformar o metano liberado após a fermentação de dejetos de porcos em gás carbônico, que é 21 vezes menos poluente. A negociação com a Sadia começou em 2007 e a unidade vai reduzir em 2,7 milhões de toneladas suas emissões. Cristel não entra em detalhes sobre o valor do investimento. “Até agora a Sadia usou recursos próprios, e quando a ONU reconhecer a baixa emissão ela receberá os créditos”, explica a executiva.
A busca por projetos de créditos de carbono em países em desenvolvimento, como o Brasil, também trouxe a EcoAct, uma consultoria francesa especializada no mercado de créditos de carbono, com faturamento de € 2,8 milhões, ao país em 2007. O objetivo é identificar e desenvolver projetos de compensação ambiental no Brasil que possam ter os créditos de carbono vendidos para empresas francesas que não estão conseguindo reduzir o impacto ambiental de suas atividades.
Já a Voltalia, uma pequena empresa francesa de geração de energia de fontes renováveis, poderá gerar 600 megawatts (MW) no Brasil se conseguir levar todos os projetos adiante. A empresa tem capacidade de produzir 1.892 MW de energia de diversas fontes, como eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas na França, Grécia, Guiana Francesa e no Brasil. No Brasil, ela tem projetos para geração de energia eólica e hidráulica no Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, além do Ceará, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. Os investimentos no país poderão variar entre € 300 milhões e € 500 milhões nos próximos sete anos, segundo o presidente da Voltalia, Robert Dardanne. Parte disso viria de captações.
Citando o potencial não explorado de 310 gigawatts (GW) para geração eólica do Brasil, a Voltalia quer fazer pelo menos uma pequena parte disso se conseguir se qualificar nos leilões. No Nordeste, a empresa vê possibilidade de instalar turbinas eólicas longe do litoral, para evitar que as imensas pás estraguem a paisagem paradisíaca da região. “O presidente Lula disse que quer melhorar o mix energético do país com mais energia renovável, mas o país, pelo tamanho e diversidade, tem dificuldade de implementar. A Voltalia é uma empresa muito pequena, mas temos esperança de contribuir com pequenas unidades em regiões que hoje não têm acesso à energia sustentável”, afirma Christophe Ripert, administrador da Voltalia.
Não por acaso, as conversas com a Eletrobrás já começaram. Ripert considera “paradoxal” que um país com tamanho potencial energético ainda não explorado, como o Brasil, planeje mais usinas nucleares, em vez de intensificar a produção com base em energias renováveis, reduzindo a participação de térmicas a óleo e carvão.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 169 other followers