Posts tagged ‘econegócios’

21/09/2010

NEGÓCIOS, PLANETA e VOCÊ começou hoje no Results ON

21, 22 e 23 Setembro: a trip é o tripé:  NEGÓCIOS (Novos Formato e Modelos), PLANETA (Meio-Ambiente e Sociedade) e VOCÊ (Desenvolvimento Pessoal)

Um evento de questionamentos e aprendizado.Conteúdo sem formulinha pronta.

Para se inscrever e conferir a programação completa é só clicar aqui .

O evento é na Avenida Dr. Chucri Zaidan, 860/ SP e melhor ainda: é free!!!

20/09/2010

EXPOSUCATA – Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem/ SP

Segundo a IBGE, apenas 2% dos recicláveis é reciclado no Brasil – poderíamos assim dizer que com a crescente conscientização e a necessidade, há na industria da reciclagem uma ótima oportunidade de econegócio?

Uma oportunidade de conhecer este ramo de negócio mais a fundo, é  a Exposucata.

Realizada desde 2006, a Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem é o maior evento internacional da indústria da reciclagem da América Latina e o segundo maior evento mundial dirigido a profissionais desse setor.

Por ser voltado exclusivamente às empresas que buscam o lucro com a atividade de reciclagem em escala industrial, mais de 80% do público presente é formado por responsáveis diretos pelas decisões comerciais sobre os materiais recicláveis gerados, transformados e consumidos por suas empresas.

Local: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes – km 1,5

Data: 28, 29 e 30 de setembro de 2010

Horários: Feira: das 13h às 20h | Congresso: das 10h às 18h

Acesse www.exposucata.com.br para a programação detalhada do evento.

24/10/2009

Brasil: alvo de investimentos verdes

O jornal Valor Econômico publicou uma reportagem a respeito dos investimentos verdes das empresas francesas no Brasil.

Leia materia na integra por Cláudia Schüffner – em verdito pontos que achamos mais interessante…

Ambiente: Financiamentos visam mercado de crédito de carbono e geração elétrica a partir de fontes renováveis
Brasil é alvo de projetos “verdes” franceses

A corrida europeia para reduzir as emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa já tem efeito sobre investimentos franceses no Brasil. Na França, o país é visto como um alvo importante para projetos de geração elétrica a partir de fontes renováveis e a própria geração nuclear é parte das ambições de gigantes como a GDF Suez, que aceita até participação minoritária em projetos, caso o governo brasileiro mude a legislação que proíbe a presença estrangeira no setor.
Exemplo desse boom em torno da energia limpa é o mercado de créditos de carbono, que movimentou US$ 33 bilhões em 2008 e que já está presente no Brasil. O mercado é administrado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a quem cabe conceder os créditos para projetos de energias limpas que reduzam as emissões. Depois de concedidos, os créditos podem ser comprados por empresas dos países desenvolvidos que não conseguem cumprir as metas europeias de redução das emissões, a exemplo das cimenteiras.
A Natixis Environnement & Infrastructures (Natixis E&I), empresa que administra o Fundo Europeu de Carbono (FEC), com € 142 milhões de 14 instituições financeiras europeias de primeira linha, procura projetos de desenvolvimento sustentável para financiar no Brasil. Até agora o FEC comprou 5,3 milhões de toneladas de carbono de vários projetos no Brasil e procura outros, como explica a administradora-sênior de investimentos, Cristel Guillain.
No Brasil, a Natixis negocia com a Sadia o financiamento de um investimento da empresa para transformar o metano liberado após a fermentação de dejetos de porcos em gás carbônico, que é 21 vezes menos poluente. A negociação com a Sadia começou em 2007 e a unidade vai reduzir em 2,7 milhões de toneladas suas emissões. Cristel não entra em detalhes sobre o valor do investimento. “Até agora a Sadia usou recursos próprios, e quando a ONU reconhecer a baixa emissão ela receberá os créditos”, explica a executiva.
A busca por projetos de créditos de carbono em países em desenvolvimento, como o Brasil, também trouxe a EcoAct, uma consultoria francesa especializada no mercado de créditos de carbono, com faturamento de € 2,8 milhões, ao país em 2007. O objetivo é identificar e desenvolver projetos de compensação ambiental no Brasil que possam ter os créditos de carbono vendidos para empresas francesas que não estão conseguindo reduzir o impacto ambiental de suas atividades.
Já a Voltalia, uma pequena empresa francesa de geração de energia de fontes renováveis, poderá gerar 600 megawatts (MW) no Brasil se conseguir levar todos os projetos adiante. A empresa tem capacidade de produzir 1.892 MW de energia de diversas fontes, como eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas na França, Grécia, Guiana Francesa e no Brasil. No Brasil, ela tem projetos para geração de energia eólica e hidráulica no Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, além do Ceará, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. Os investimentos no país poderão variar entre € 300 milhões e € 500 milhões nos próximos sete anos, segundo o presidente da Voltalia, Robert Dardanne. Parte disso viria de captações.
Citando o potencial não explorado de 310 gigawatts (GW) para geração eólica do Brasil, a Voltalia quer fazer pelo menos uma pequena parte disso se conseguir se qualificar nos leilões. No Nordeste, a empresa vê possibilidade de instalar turbinas eólicas longe do litoral, para evitar que as imensas pás estraguem a paisagem paradisíaca da região. “O presidente Lula disse que quer melhorar o mix energético do país com mais energia renovável, mas o país, pelo tamanho e diversidade, tem dificuldade de implementar. A Voltalia é uma empresa muito pequena, mas temos esperança de contribuir com pequenas unidades em regiões que hoje não têm acesso à energia sustentável”, afirma Christophe Ripert, administrador da Voltalia.
Não por acaso, as conversas com a Eletrobrás já começaram. Ripert considera “paradoxal” que um país com tamanho potencial energético ainda não explorado, como o Brasil, planeje mais usinas nucleares, em vez de intensificar a produção com base em energias renováveis, reduzindo a participação de térmicas a óleo e carvão.

22/09/2009

V EMPREENDER SOCIAL

01 de outubro de 2009 - a partir das 18 horas

Local: Espaço Cultural do Campus da USP Ribeirão Preto – Antiga Capela

Av. Bandeirantes, 3900

Investimento: R$ 5 ou 1 kg de alimento não perecível

Informações e Inscrições:

www.fearp.usp.br/nucleo ou (16) 3602.4974

Realização:

Núcleo de Empreendedores

Apoio:

Cultura Inglesa

Editora Atlas

Fundace

Inepad

Livraria Atlas

Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária

FEA-RP

Virazóm

Cronograma

18:00 Credenciamento

18:30 Apresentação do PICE (Programa Integrado de Capacitação Empreendedora)

19:00 – Palestrante: Nina Valentini – Projeto Dois e Meio

O Projeto Setor 2,5 tem como objetivo mobilizar e inspirar empresários e jovens a criarem seus próprios modelos de negócios sociais, com o intuito de reverter situações de pobreza no mundo. A idéia surgiu do encontro de cinco jovens empreendedores e graduandos da FGV [UTF-8?]– EAESP que, inspirados pelo sucesso do Grameen Bank, começaram a estudar Negócios Sociais.

*Nina Valentini* é sócia da empresa e responsável pela área de comunicação e juventude do Projeto Setor 2,5.

20:00 – Palestrante: Ivani Fava Neves [UTF-8?]– Associação Pró-mutirão da Casa Popular de Piracicaba

A Mucapp (Associação Pró Mutirão da Casa Popular de Piracicaba) foi fundada em 1993 por Ivani Fava Neves.  Tem como objetivo a substituição de moradias precárias por casas de alvenaria, através de mutirão ou autoconstrução. Ao longo dos dezesseis anos de existência desta ONG foram construídas 340 casas. Os recursos financeiros para consecução desse objetivo vêm de mensalidades de associados contribuintes e das famílias beneficiadas pelo programa que é totalmente gerenciado por voluntários.

* Ivani Fava Neves * é presidente da associação e idealizadora do projeto.

20:50 – 21:10 [UTF-8?]– Coffee Break

21:10 – Palestrante: Rodrigo de Mello Brito [UTF-8?]– Aliança Empreendedora

A Aliança Empreendedora, organização social sem fins lucrativos e de interesse público (OSCIP) fundada em 2005, atua desde 2002 com ações e projetos de fomento, integração e apoio ao Empreendedorismo em 28 comunidades de 19 municípios nos estados do Paraná, Pernambuco e São Paulo.

*Rodrigo de Mello Brito* é um dos fundadores e atual Presidente da Aliança Empreendedora.

22:00 – Encerramento

08/08/2009

O potencial dos brindes ecológicos

Reportagem sobre uma microempresa que trabalha com brindes de origem reciclada – publicada pela ‘Pequenas Empresas Grandes Negócios’.

Vale a pena notar que a revista aborda o sucesso sob o ponto de vista financeiro. Acreditamos que a empresa poderia ainda abordar um conceito mais completo do que representa hoje em dia ser ecológico – cuidar do meio ambiente é um passo importante, mas básico do básico. Valorizar a mão de obra, reconhecer os funcionários, prover capacitação de grupos sociais, humanizar relações de negócios e ambientes de trabalho com certeza também fazem parte da palavra Sustentabilidade.

Leia a reportagem na íntegra e em negrito aspectos que achamos importante destacar…….

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